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29 05 08
Cruzeiro 2x0 Coritiba - Campeão sob a batuta do mestre Felipão!

Cruzeiro 2x0 Coritiba – O primeiro titulo sob a batuta do mestre Felipão

 

 

 

         No ano de 2001 após eliminar o rival na semifinal da copa sulminas o cruzeiro se preparava para mais uma final. Seriam duas partidas decisivas contra o Coritiba sendo que os paranaenses jogavam por dois resultados iguais após terem feito a melhor campanha na primeira fase. Mesmo assim como tinha um melhor saldo de gols na competição o cruzeiro jogaria a segunda partida no Mineirão decidindo o titulo frente a sua torcida.

         A semana de preparativo para o primeiro jogo tinha sido tumultuada, mesmo assim o técnico Felipão acreditava que como o sistema de jogo do Coxa Branca era parecido com o do nosso rival, nossos jogadores não teriam dificuldade em se adaptar.

O dia da grande decisão começou com tudo a favor dos paranaenses, muita chuva deixara o campo pesado o que era vantajoso ao time que tinha um pior toque de bola. Para piorar era esperado que o time celeste estivesse cansado afinal enfrentara o Sporting Cristal pela Libertadores apenas quatro dias antes da decisão e só chegaram ao Brasil depois de 8 horas de viajem.

A pressão sobre o Coxa era grande, nos últimos 10 anos o time paranaense tinha conquistado apenas um campeonato estadual, e mais um titulo de âmbito nacional era o desejo de toda a sua torcida e á anos o time não chegava tão próximo.

         Com este clima de guerra o cruzeiro entrou em campo no estádio Couto Pereira querendo já decidir o titulo na primeira partida. O jogo começou com os paranaenses vindo para cima e botando pressão nos primeiros 15 minutos, o coxa perdera duas boas chances de abrir o placar no inicio da partida uma com Marquinhos e outra com Da Silva. Apenas aos 16 minutos o cruzeiro veio a respirar em boa tabela de Geovanni e Sorin que por pouco não balançara as redes adversárias.

         O jogo era lá e cá com boas chances para as duas equipes mas aos poucos o time foi escutando as ordens do técnico Felipão e aproveitando a velocidade do ponteiro Geovanni.Aos 21 minutos o desengonçado centroavante Oseas recebera passe de Geovanni livre na área porem se embaralhou todo e perdeu o gol. Ate o final da primeira etapa os melhores momentos foram todos celestes quando Jorge Wagner e Geovanni ambos perderam ótimas oportunidades.

         Na volta do segundo tempo como era de praxe o técnico celeste motivara a equipe no intervalo e os jogadores acreditando na vitória foram para cima na tentativa de já decidir o titulo na casa do adversário. E o gol não demorou a sair, aos 8 minutos o meia Jackson arriscou um chute de fora da área e o goleiro Ney engoliu um frango histórico por debaixo das pernas.

            Apos o gol o time Coritibano desabou em campo, com muita raça e jogando pelas laterais o Cruzeiro foi para cima. Aos 20 minutos mais uma vez Oseas perdera boa chance porem aos 27 o folclórico “Oseinha da Bahia” não falharia. Marcos Paulo Roubou uma bola no meio e tocou para o centroavante marcar o segundo gol.

         Depois do segundo gol coube ao time paranaense se recuar ainda mais ate o apito final para evitar uma goleada. A torcida celeste já tão acostumada ao grito de campeão tinha na casa do adversário a certeza que aquele seria mais um titulo para nossa brilhante sala de troféus.

 

CRUZEIRO 2 x 0 CORITIBA (PR)

Motivo: 1ª partida da Final da Copa Sul Minas

Data: 17/03/2001 (Sábado – 16h)

Estádio: Couto Pereira

Cidade: Curitiba (PR)

Público: 23.209

Árbitro: Edilson Pereira Carvalho (SP)

Auxiliares: Marcelino Tomáz (SP) e Francisco Feitosa (SP)

Gols: Jackson 8 do 2o; Oséas 27

Cruzeiro: Bosco, Cléber Monteiro, Luisão, Cris, Sorin, Marcus Vinícius, Marcos Paulo, Jackson, Jorge Wagner (Sérgio Manoel), Oséas (Marcelo Ramos), Geovanni (Adriano Chuva)

Técnico: Luiz Felipe Scolari

Coritiba: Nei, Patrício, Picoli, Edinho Baiano, Anderson (Filipe Alvim), Reginaldo Nascimento, Ataliba, Mabília, Pepo (Djames), Da Silva, Marquinhos.

Técnico: Iwo Worthmann

 

 

 

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26 05 08
Resenha do Mixa -Cruzeiro4x0Santos
Que baile!

O Cruzeiro fez um jogo hoje daqueles de encher os olhos do torcedor!

Desde o primeiro ao último lance do jogo, o time mostrou um comprometimento
com a partida, que chega a encantar...

Quando dizíamos na resenha passada da felicidade em se ver prevalecer o brio
do time em uma partida tão difícil como foi a contra o Botafogo, e ainda
que sem brilho, fazer prevalecer a volúpia do mandante com a superação de
todas as adversidades, é porque reconhecemos a grandeza da competitividade
de um torneio como o campeonato brasileiro, e a importância da vitória, ainda
que naquelas circunstâncias. É isso que quis destacar.

E se naquele domingo o Cruzeiro fora eficaz, sem brilho, hoje conseguiu unir
as duas coisas e encantar o mais cético dos torcedores. O time entrou em
campo com muita pegada na marcação, e usando de muita velocidade nas saídas
de bola com Wágner, Jajá e Guilherme.

As jogadas de ataques eram muito velozes, e coincidência ou não, já que o
time começou jogando o ataque pelo lado da torcida, onde gosta de fazê-lo
no segundo tempo, teve talvez mais volume de jogo no primeiro do que no segundo
tempo, ainda que os gols tenham saído em sua maioria no segundo.

O Cruzeiro foi muito agudo nas jogadas, e a defesa do Santos não conseguia
acompanhar as jogadas de velocidades acionadas por Ramirez, Jadílson, e seqüenciadas
por Wagner, Jajá e Guilherme.

Jajá, com um jogo, caiu nas graças da torcida por vários fatores: por ter
se destacado no jogo com muita velocidade e deslocamentos, por se ter criado
muita expectativa sobre a sua entrada no time, e por fim, pela ineficiência
de seu substituído, o finalizador Jonathas, a quem a torcida não queria mais
ver no time.

Esperava-se a entrada de Jajá apenas em substituição a Jonathas, mas para
surpresa de todos, ele começou o jogo como titular, e atendeu a todas as
expectativas. Pode ser o velocista que o treinador tanto queria...

De Guilherme, a quem sempre espero o brilho do craque que é, a meu ver, as
jogadas de finalização e os gols concluídos dizem tudo: só quem conhece futebol
faz o que ele faz. No primeiro gol, dada a rapidez da jogada, fez o simples,
chutou de bico, reto, de forma a impedir qualquer ação do goleiro. Dito e
feito. No segundo, um corte seco ao zagueiro dentro da área, e o chute de
perna esquerda, colocado, tirando a bola do alcance do goleiro, golaço!

Agora, o que dizer de Wágner? Surpreendendo aos críticos, vem fazendo a melhor
temporada individual do Cruzeiro no ano, e também a melhor temporada dele
no clube desde sua chegada. Tem jogado com o que sempre lhe faltou: personalidade,
aliada a muita disposição e interesse no jogo. Palmas para ele e ao treinador.
Ele é hoje o referencial do time, e responsável quase que direto pela maioria
das jogadas de efeito no setor ofensivo da equipe. Deixou sua marca com belo
gol, e ainda perdeu um gol ?quase feito? no primeiro tempo, mas que não fez
por tentar deslocar a bola do goleiro ao máximo, e carimbar a trave. Não
foi preciosismo, foi calibragem mesmo!

Completaram os gols o jovem Maicossuel com uma belíssima jogada de velocidade
e de conclusão com força e categoria. Deu gosto!

Em uma partida com tantos gols, não pode se deixar de destacar as atuações
de Ramirez, Fabrício, e de Tiago Heleno, que vem atuando com muita eficácia.
Na companhia deles, destaco ainda o goleiro Fábio que vem se sobressaindo
jogo após jogo com belas defesas, como as do jogo de hoje, uma no primeiro
tempo, e outra no segundo muito difíceis, transmitindo muita segurança para
todo o time.

Difícil fazer um destaque negativo, onde até o lateral Jonathan, que entrou
em substituição a Jadílson, lesionado, se teve bem no jogo. Como pior em
campo, não consigo fazer destaque, e como melhor, mesmo sabedor de incidir
em eventual injustiça, já que muitos foram os destaques, escolheria o atacante
Guilherme pela regularidade de ânsia, correria, e regularidade por todos
os 90 minutos, sem falar nos gols.

São 3 jogos. O Cruzeiro ainda não perdeu, não levou gols, e fez todos os
pontos que podia. Não gosto de oba-oba, e o outro extremo também é péssimo,
então, volto a pedir votos de confiança ao treinador, que como todos sabem,
sou fervoroso defensor, sem esquecer de seus defeitos, mas sem taxá-lo de
péssimo e tumultuar seu ambiente de trabalho. Ele não se tornou o melhor
do mundo ontem, e nem  é o pior como querem pintar alguns, criando problema
onde não há. O time vai levar gols, vai perder jogos, e vai deixar de pontuar,
mas quanto mais  longe isso ocorrer, lembrando que os concorrentes mais qualificados
não estão pontuando agora, melhor, e pode fazer toda a diferença lá na frente.

Olhos em Inter, Flamengo, Palmeiras, Fluminense e São Paulo. Não passarão
desses os adversários mais chatos a obstaculizar o caminho do Cruzeiro rumo
ao título 2008.

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19 05 08
Resenha do Mixa - CruzeiroxBotafogo
Cruzeiro x Botafogo

O jogo de ontem mostrou que o Cruzeiro não vai se abalar com a eliminação
pela Libertadores, pelo contrário, vai crescer com o espírito de competitividade
vivido no torneio.

Gostei do que vi hoje. O time entrou em campo disposto a vencer, a jogar
futebol, e ser ofensivo.

Guilherme e Wagner se movimentaram muito, criando boas jogadas na frente,
que nem sempre eram aproveitadas por eles próprios e do próprio finalizador
de área, o centro-avante Jonathas.

No decorrer do jogo, cada um deles, Wagner, Guilherme e Jonathas perderam
chances incríveis, cada um a seu modo: por intranqüilidade, preciosismo,
ou mesmo aparente falta de habilitação técnica para a função, como aparenta
ser o caso deste último...

Fazendo um balanço do jogo, viu-se um Cruzeiro sério, comprometido, e que
mesmo criando muitas oportunidades, e perdendo a chance de concluí-las, e
garantir melhor tranqüilidade na partida, não se abatia, e seguia mostrando
força nos avanços e na defesa.

Foi um jogo duro. O Botafogo correu o jogo inteiro, impressionante! Não se
entregou, e valorizou a vitória do Cruzeiro. A defesa azul, mais uma vez,
foi muito eficiente, garantida por mais uma partida de tranqüilidade e segurança
do goleiro Fábio, com boas defesas e intervenções, e também da dupla de zaga
com a proteção do xará Fabrício.

O jogo mostrou uma vez mais que o lateral Jadílson é imprescindível para
o time, e não se pode abrir mão de um jogador dessa qualidade, seja qual
for o pretexto. Já o lateral direito, mostrou o que sabe: jogar com o físico
avantajado, o que o limita a praticar futebol de marcação, sem conseguir
qualquer apoio no seu setor. As jogadas de apoio, assim, se concentravam
do lado esquerdo, onde o Botafogo concentrava forte marcação, e sobrecarregavam
as ações no setor... por pouco o time não pagaria o preço de praticamente
não "usar" a ala direita.

Gostei das alterações do treinador: sacou Jonathan que não dava opções de
avanços na direita para ganhar em velocidade e criação com Apodi, mesmo sabendo
dos riscos que corria com a exposição.

Em seguida, tirou o grandalhão Jonathas, que aparenta até ser desengonçado,
para a entrada do meia Bruno, e remessa de Wagner e Guilherme para mais próximos
da área. Fez certo, a meu ver. O garoto não se acertava, e pecava nas conclusões.
A alteração fazia sentido, e se daria certo ou não é outra estória.

A última alteração, que pode causar algum questionamento, a saída do lateral
Jadílson para a entrada do volante Elicarlos pode ter várias explicações,
como cansaço do lateral que correu o jogo inteiro, mas uma só basta: o jogo
caminhava para o final, com o time perdendo várias oportunidades, e as opções
de reposição do setor eram mais ofensivas do que de proteção, e o treinador
sabia o preciosismo de se garantir a vitória naquela instante, optando por
uma formação que lhe garantisse, com mais segurança, os três pontos, sem
correr maiores riscos. Penso que agiu bem.

A despeito de toda a dificuldade do jogo, vi um time disposto a ganhar a
qualquer preço, e enfrentando as dificuldades de cabeça erguida. Parabéns
aos jogadores e ao treinador por mais uma vitória, que mesmo com placar magro
garantem a pontuação máxima.

Agora é buscar a terceira vitória contra o Santos com o mesmo espírito, e
a volta do atacante Marcelo Moreno para se pontuar o máximo possível no momento
de dispersão dos concorrentes ao título em torneios paralelos.

E que a diretoria não se esqueça da necessidade de reforçar o elenco para
dar chances reais de disputa do título a esse treinador, que seguramente,
me arrisco a dizer que vem demonstrando ser o melhor já escolhido pelo Cruzeiro
nos últimos dez anos, à exceção de Luxemburgo.


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15 05 08
Crescimento da torcida. Como promover isso de forma planejada?

Crescimento da torcida. Como promover isso de forma planejada?

Após recebermos várias sugestões decidimos por escrever na coluna, sobre a importância do crescimento da torcida do Cruzeiro e eventuais ações que poderiam ser implantadas.

Destacamos ser este um assunto interessante e de extrema relevância para o clube, donde esperamos contar com o apoio de todos os leitores do blog para que possamos apontar sugestões para o crescimento do Cruzeiro.

Inicialmente, e sem qualquer comentário eivado de paixão, mas apenas friamente e com base em números estatísticos, descobrimos, através de pesquisas em sites, que o torcedor mineiro, dentre aqueles dos grandes centros, é um dos que possuem um dos menores índices de comprometimento com times de seu estado.

Referidos dados revelaram que apenas 47% do mineiros torcem para time de Minas Gerais, enquanto que em outros estados, como por exemplo no Rio Grande do Sul essa marca chega a incríveis 84%.

A influência de times de outros estados, principalmente os paulistas e cariocas, numa perspectiva mais próxima de nosso centro revelam que centros regionais como o sul de Minas e região de Juiz de Fora a composição dos referidos números soa de forma negativa para os times mineiros, em especial enfoque às cores celestes.

Importante se faz notar que o Estado de Minas Gerais, com seu segundo maior eleitorado do Brasil, e um dos maiores estados em número absoluto de municípios, por si só, seria suficiente para deixar o Cruzeiro entre as 3 ou 4 maiores torcidas do Brasil, sem contar a torcida que reside fora do Estado.

Porque resolvemos trazer estes dados e promover a introdução nesse ponto?

Por que a cada dia sentimos mais dificuldades em competir, financeiramente, com os dois maiores centros do futebol nacional e conseqüentemente competir em igualdade de condições em campo, até porque para se trazer os melhores jogadores, devemos, por praxe, ofertar as melhores condições (entenda-se, na cabeça dos atletas, como melhores condições, melhores salários, o que, necessariamente demanda maior receita para cobrir tais investimentos).

Atualmente as cotas de Televisão e Patrocínios são desproporcionais entres estes centros o restante do país, como atualmente pode se perceber entre os valores pagos à FIAT ao Palmeiras em relação aos valores pagos ao Cruzeiro, por exemplo. E futebol, todos sabem, se faz com dinheiro, caso contrario temos que nos contentar com apostas vindas da base ou de times de menor expressão do interior, até que uma dê certo. Apostar não permite planejar e, conseqüentemente, não permite perquirir crescimento ordenado.

Justamente pela necessidade de aumentar a receita e, por óbvio, aumentar a torcida e a expressão da equipe da raposa é que estamos debatendo esta questão, até porque, como debatido na coluna anterior o clube necessita ganhar torcedores e assim aumentar suas receitas e paralelamente, fazer com que torcedores, se tornem clientes e consumidores dos produtos licenciados do clube.

Nesse passo, acreditamos que títulos conquistados, além de reunir troféus em nossa farta estante, podem também angariar crescimento numérico de torcida, principalmente se for uma seqüencia deles, durante uma década ou durante um bom período e damos como exemplo o “boom” ocorrido com o São Paulo na “era Telê”, no início dos anos 90.

Certo é que o nosso Cruzeiro, desde o final da década de 80, vem participando bem de várias competições, chegando às finais e conquistando vários campeonatos. Títulos importantes e esporádicos também tornam o crescimento favorável, mas sem grande impacto no crescimento das torcidas, assim como, boas campanhas também são importantes, ainda mais se seu rival ou rivais estejam mal há alguns anos.

Todavia, é preciso não só revelar excelência dentro de campo, mas, também e concomitantemente com algumas ações em paralelo junto à torcida.

Nesse sentido, com o intuito de prover outra maneira de angariar novos torcedores em centros distantes a BH e sob influencia de outras regiões, uma boa pedida seria o clube fazer pré-temporada em alguma cidade do interior, aproximando o time com a torcida local, travando uma atuação direta e frontal contra a influência dos outros centros. Mesmo sendo certo que detemos um dos mais modernos centros de treinamento (complexos TOCA I e TOCA II), poderíamos ter um ganho bem maior de forma indireta se as pré-temporadas fossem promovidas em cidades donde nossas cores revelem possibilidade de ascensão. Com certeza várias prefeituras iriam fazer de tudo para receber o Cruzeiro em suas cidades, até mesmo pela movimentação do comércio local que iria se gerar, seja pela utilização da rede hoteleira pelos atletas e delegação, mas também da equipe de logística e imprensa que iram de tabela. Poderíamos, nesse passo, usar as dependências da TOCA I e II, durante o campeonato, até porque seria um desperdício não usar importante e cara estrutura.

A simples estadia da delegação do Cruzeiro nesse centro, a atenção da mídia local para o foco em nossa equipe já mudaria a visão do cidadão local ao nosso time. Além disso, esta ação teria que contar com ações paralelas como, por exemplo, a ida do Raposão não cidade e escolas do interior, fazendo o mesmo trabalho que o nosso ex-presidente, Felício Brant, adotou por anos no clube; a visita de jogadores que estiverem suspensos ou em tratamento médico (logicamente após o tratamento) a escolas, creches, distribuindo brindes, mostrando a estrutura do Cruzeiro, dentre outras.

Uma maneira de fazer com que a torcida se desenvolva pelos interiores seria a escolha de embaixadores cruzeirenses nas cidades do interior, para que ele possa criar e desenvolver ações, como entregar material escolar com a logomarca do Cruzeiro para a criançada da cidade, prover reuniões em bares em dia de jogos divulgarem o clube por sua cidade. Tais embaixadores poderiam ser ex-atletas, pessoas influentes nas referidas cidades e até mesmo atuando como os antigos “olheiros” indicando, até mesmo, eventuais jóias raras para serem lapidados e aproveitados nas equipes celestes antes que outros centros possam aproveitá-los.

O crescimento da torcida, necessariamente, passa por planejamento aliado à qualidade e competitividade da equipe, mas, também, a ações que viabilizem a maximização dos efeitos trazidos de dentro de campo para fora de campo. Ajudar a crescer é a nossa meta e gostaríamos que nos ajudassem com os posicionamentos dos leitores a respeito. (o debate continuará na próxima coluna, ainda a respeito do ora apresentado. Até lá, leiam e nos proporcionem com suas sugestões sobre o tema em prol do Cruzeiro). Saudações celestes.

Rafael Pena e Bruno Bechelany

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12 05 08
Resenha do Mixa - Cruzeiro2x0Vitoria
CRUZEIRO X VITÓRIA ? LEANDRO DOMINGUES ? ADÍLSON

Galera, vou tratar de três temas hoje, totalmente interligados.

Primeiro deles, a vitória de ontem na estréia do time no Brasileirão.

Nem precisa dizer muita coisa sobre a felicidade com o resultado, se lembrarmos
que não havíamos ganhado do Vitória no Barradão em Brasileiros, e que é sempre
muito difícil bater a equipe baiana em seus domínios.

Entretanto, algumas observações merecem destaque sobre a forma como a equipe
atuou.

Não é a primeira vez que o time faz apresentações distintas em períodos do
jogo, quando atuando como visitante.

É que a despeito de um bom primeiro tempo, onde a equipe mostrou poder ofensivo,
talvez pela fragilidade do adversário, talvez não, o segundo tempo foi mais
uma vez sofrível.

Enquanto no primeiro tempo se viu um time disposto a jogar futebol, envolvendo
e sendo envolvido, o que é natural, e com obtenção do resultado pelos dois
gols, o mesmo não se viu no segundo tempo.

O time poderia ter feito 3x0 não fosse a displicência de Ramirez, que driblara
o goleiro, e com o gol vazio chutara para fora. Os 2 ou 3 a zero ainda teriam
responsabilidade do goleiro Fábio, que fizera duas defesas incríveis, fazendo
a diferença no jogo e no placar.

No segundo tempo, se viu um Cruzeiro parecido com o de Potosi. Não comungo
da idéia do treinador de congestionar o meio-de-campo com volantes, mesmo
sabendo da vantagem no placar e da expulsão do atacante Moreno. Ficou um
embolado de jogadores tentando atrapalhar o jogo, sem nenhuma definição ou
pretensão de jogo, sofrendo pressão, e passando por momentos bizonhos.

Será que precisa mesmo disso? Fica a pergunta para o Adílson refletir. A
minha observação é de uma crítica construtiva. Não quero taxar o treinador
disso ou daquilo, tampouco quero sua saída do clube ou dizer bobagens, como
preconizam alguns órgãos de imprensa, talvez até motivados por interesses
escusos de suas preferências clubísticas pessoais.

O fato é que questiono a postura do Cruzeiro como visitante e penso que o
treinador deva experimentar outras formações táticas e psicológicas da postura
do time como visitante, que em alguns momentos beira a mediocridade.

Dito isso, chego ao caso Leandro Domingues.

Acorda, China Azul!!! Querem desestabilizar o ambiente do clube, e a torcida
está entrando em onda da imprensa alvi-negra, que pode virar um tsunami...

Leandro Domingues é bom jogador? Sim, bom jogador, talvez muito bom jogador
tecnicamente. Entretanto, não vivemos a era dos primatas, e estamos inseridos
numa sociedade civilizada onde há normas, disciplina, e hierarquia.

Todos já sabem dos fatos e da cronologia dos acontecimentos. Leandro Domingues
errou ao agir com ato de insubordinação perante o treinador, e deve ser punido
exemplarmente.

Não posso admitir ver o Palhinha na tv, publicamente, a quem sou um fã fervoroso,
admitir a indisciplina sobre o argumento de que Leandro Domingues é bom jogador.

Já falei aqui nos comentários da resenha passada, que não se pode passar
por cima de hierarquia e comando. Isso é falta grave passível de punição
com justa causa, pena máxima do contrato de trabalho.

O comandado jamais pode passar por cima da ordem do comandante, seja ela
certa ou errada. Até compreendo a irresignação de quem se insurge com eventual
injustiça das decisões do líder, mas elas jamais podem ser desrespeitadas
pelo destinatário da ordem, sob pena de se imperar a anarquia.

Quem pode e deve avaliar o erro ou acerto das decisões do líder, do comandante,
é a diretoria, e não o jogador, que deve respeitar, e aceitar a decisão e
cumpri-la.

Claro que o jogador tem o poder de conversar, e até mesmo questionar a decisão
em tom respeitoso diretamente a ele e em caráter reservado, oportunidade
em que merecerá ou não uma explicação desse comandante. O que não pode, é
desrespeitar a sua decisão, ou questioná-la publicamente na imprensa, que
terá o mesmo efeito de desrespeito.

Enfim, penso que a punição a Leandro Domingues deva ocorrer, e ser exemplar,
ou seja, mandar treinar em separado na Toca da Raposa I.

Por outro lado, não concordo na decisão de ?liberá-lo? do clube, já que desta
forma estará diluindo a punição, cainda no vazio a apenação, e premiando
o infrator com a possibilidade de seguir sua carreira em outra agremiação,
enfraquecendo o clube, e fortalecendo adversários concorrentes ao clube.

Concluindo, Leandro deve ser afastado, treinar em separado na Toca I, e cumprir
seu contrato até repensar seu ato, procurar o treinador e resolver a situação
internamente. Do contrário, caso não tenha humildade de fazê-lo, que cumpra
seu contrato até acabar, sem jogar.

Essa é minha opinião, apenas uma opinião. E peço, encarecidamente, que a
torcida não entre na onda de conturbar o bom ambiente de hierarquia e bom
comando técnico do clube.

Adílson pode ter defeitos e decisões questionáveis, que temos o poder de
criticar com respeito e indagações para que ele possa crescer e fortalecer
o time, e não diminui-lo para que vá embora.

Juro que não compreendo parte das críticas a ele. Façamos um reflexo histórico
do que essa equipe foi capaz de produzir no passado, a cara que ela ganhou
esse ano, as boas apresentações do ano, e os poucos tropeços.

Penso que há um exagero nas críticas dirigidas ao treinador, e que ele é
merecedor de aplausos e mais respeito e admiração por parte de nossa torcida.
Fica a reflexão no ar. Se não concordarem comigo, o que é direito de cada
um, pensem o que e quem podem fazer algo melhor com o elenco que dispomos.

Abraço a todos, e que o clube siga com força no Brasileirão para conquistar
o tri!
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10 05 08
Classificaçao com goleada

Cruzeiro 4 x 0 Vitória-BA

19/04/06

Não é segredo para ninguém que o estado da Bahia sempre foi um grande celeiro de jogadores para o Cruzeiro, em vários títulos conquistados pelo nosso esquadrão, jogadores vindos daquela unidade da federação foram decisivos. Os matadores Charles (campeão da supercopa de 91 ) e Marcelo Ramos (162 gols, quinto maior artilheiro da historia), além de Alex Alves (54 gols) são os maiores exemplos de sucesso.


No ano de 2006 o futebol baiano passava por sua maior crise, seus dois maiores times estavam na terceira divisão do futebol nacional. Caiu do Vitória enfrentar o Cruzeiro, que vinha embalado com um time cheio de caras novas buscando mais títulos, pela Copa do Brasil. Para melhorar, a torcida celeste ainda comemorava a queda de nosso rival local para a segunda divisão.


Na primeira partida em Salvador o jovem time baiano surpreendeu e bateu a equipe celeste por 2 a 1, obrigando o time cruzeirense a vencer a partida de volta para se classificar.


No ataque celeste o veterano centroavante Elber estava a 6 jogos sem marcar e a cobrança era grande, a pergunta que todos faziam era se o abatido ataque celeste teria forças para vencer a retranca baiana.


Esta pergunta não demorou a ser respondida. Desde o começo da partida, o domínio do Cruzeiro foi total. Logo aos 9 minutos Wagner cobrou escanteio na área e Élber subiu para marcar e encerrar o jejum de gols.


O Cruzeiro continuou pressionando com o meia Wagner, a estrela maior do time, dominando o meio de campo. Seus precisos lançamentos a Francismar na velocidade levavam o terror a defesa adversária. Aos 18 minutos, o mesmo Francismar chutou da meia lua acertando a trave do goleiro Rafael.


A goleada vinha se desenhando mas o Vitória segurava-se e pensava no regulamento pois teria que marcar um gol se quisesse mudar alguma coisa. Aquele placar favorecia ao Cruzeiro.


Somente no final do primeiro tempo o Cruzeiro marcou novamente, Gil saiu livre na cara do goleiro e não teve dificuldades em driblá-lo e empurrar para as redes.


O time do Vitória desanimou um pouco mas continuava levando perigo nas decidas do lateral Apodi, que corria como o papa-léguas pela lateral do campo, às vêzes ultrapassava a bola tamanha era a sua velocidade.


O domínio celeste continuou no segundo tempo. Aos 23 minutos da etapa final, mais uma vez, Francismar carimbou a trave baiana, o terceiro gol era uma questão de tempo. Logo no lance seguinte Francismar recebeu falta perto da área e ele mesmo cobrou na cabeça de Élber. O centroavante subiu para marcar seu segundo gol na partida.


A partir daí, empurrado pelo cânticos de “caiu na rede é peixe, eeeeaaaaa, o cruzeiro vai golear” a equipe celeste conseguiu o quarto gol. Mais uma vez com Élber, agora aos 30 recebendo cruzamento de Jonathan e chutando de virada.


O Cruzeiro estava classificado e com uma bela apresentação. Mais tarde, seguiríamos o ano para ser campeões estaduais.


É inegável que 2006 foi um ano mágico pelo fato do Cruzeiro ter sido o único time mineiro a disputar a serie A do Campeonato Brasileiro, porém não podemos esquecer que além das mazelas e agruras de nosso rival também tivemos alegrias, e muitas, dentro do campo.


Ficha Técnica
Cruzeiro 4 x 0 Vitória-BA
Competição - Copa do Brasil (Oitavas de Final)
Estádio Magalhães Pinto
- Belo Horizonte - MG
Público - 8.912 / Renda - R$71.200,00
Árbitro - Jamir Garcez (DF)

Assistentes - Daniel Wilson (COL) e Gabriel Figueroa (COL)

Gols: Élber aos 9' e Gil aos 46' do 1º tempo; Élber aos 25' e 28' do 2º tempo

Cruzeiro : Fábio; Jonathan, Luizão, Edu Dracena e Júlio César; Diogo, Fábio Santos, Francismar, Wágner (Kérlon), Gil (Diego), Élber (Alessandro). Técnico: Paulo César Gusmão.

Vitória (BA) : Rafael Córdova; David Luiz, Alemão (Cláudio Luiz), Itamar e Apodi; Azevêdo, Garrinchinha, Carlos Magno (Davi) e Alysson; Fábio e Bida (Tiago Dias) . Técnico: Arturzinho.

Cartões Amarelos: Francismar, Wágner e Luisão (CRU); Biva (VIT)

Dedicatória.

Uma página dedicada a um jogador de breve passagem pelo Cruzeiro. Breve porém marcante. Mais do que um goleador e atleta, o homem  Élber deixou sua marca pela retidão e integridade demosntrada no dia-a-dia do Clube. Fez os gols que sabia e poderia fazer, se parte da torcida cobrou-lhe mais, é porque foram exigentes acima da média e do razoável. Muito obrigado, Élber!!!


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09 05 08
Resenha do Mixa - CruzeiroxBoca
VALEU, ZÊRO!

Foi o que ninguém queria, mas futebol é assim mesmo.

O Cruzeiro entrou na fase de mata-mata como primeiro colocado de seu grupo,
enfrentando o Boca Juniors, segundo colocado do grupo dele.

O time tinha melhor campanha e melhor futebol, e foi encarar justamente um
adversário com muita experiência não só no futebol, mas no torneio, e ostentando
o status de atual campeão dele.

No jogo de ida, a despeito da questionável postura tática adotada para a
partida, o que já foi objeto de questionamento na resenha passada, o resultado
não foi dos piores, embora ficasse o gostinho de possibilidade de melhor
sorte.

É que futebol é assim mesmo. Naquele jogo que o Cruzeiro merecia tomar uns
4,5 gols pela postura tática de medo, temor, e abdicação do futebol, que
era melhor que o adversário (ainda tenho convicção disso!), o resultado era
enganoso... houve um pênalti não marcado a favor do Cruzeiro, e o segundo
gol validado do Boca era irregular, já que em impedimento.

Como explicar? O adversário melhor em campo, podendo fazer 4, 5 gols, mas
que ficara só no 2x1, e com gol irregular, e pênalti não assinalado. Não
bastasse isso, ficara aquela sensação que se o time tivesse saído para jogar
futebol lá, poderia ter vencido o jogo e trazido melhor sorte para o jogo
de cá.

O time veio para o jogo em BH com a situação não complicada. Vitória simples,
1x0, classificaria o Cruzeiro. O time entra em campo com uma volúpia contumaz,
embalado pela empolgação da torcida, e com ataques agudos, muita criação,
e pouca finalização efetiva, se expondo demasiadamente aos contra-golpes.

Em dois deles, o Boca Juniors matou o jogo. Não jogou bola. Com toda a experiência
que tem nesse tipo de eliminação e principalmente do torneio, ficou assistindo
o Cruzeiro pressionar sem lá muita efetivadade, como uma presa que aguardo
o momento certo para dar o bote. E assim o fez. Deu dois deles, certeiros,
e acabou com o equilíbrio emocional do time da casa.

Hoje, como profeta do acontecido, já ouvi torcedor dizendo: ?Ah, o Cruzeiro
deveria ter esperado o Boca, para somente depois partir para cima?. Ora,
como fazê-lo com 70 mil pessoas empurrando o time, e com o temor do adversário
gostar da inércia, e ainda nessa ocasião encaixar um ataque e fazer um gol?
Como se explicaria essa postura, e não ser taxado de retranqueiro?

Enfim, digo isso para eximir, na minha visão, responsabilidade exclusiva
do treinador pelo fracasso, como gostam de preconizar alguns. A postura foi
aquela que ele pensou ser a melhor, e sabe-se lá qual seria mesmo a mais
produtiva. O São Paulo passou por isso, perdeu lá de 2x1, e fez o resultado
de 1x0 na Sulamericana de 2007 ou 2006, não me recordo ao certo, cozinhando
o jogo inteiro da volta, e fazendo o gol num lance casual já ao fim do jogo...

Penso que faltou um pouco de quase tudo indispensável para vencer: experiência,
maturidade, equilíbrio, e sorte. A postura tática, não me arrisco a indicar
qual teria sido a melhor. Porém, destaco que não faltaram entrega, luta,
e comprometimento por todo o tempo.

Na parte técnica, ao que me parece, o Cruzeiro perdeu o jogo pelas laterais.
Jadílson fez muita, mas muita falta na esquerda, e Jonathan não apoiou como
de costume, falhando na marcação, seu único destaque no setor. O time ficou
capenga, e sem qualquer apoio nas laterais, seja na esquerda ou na direita.

E em se tratando de futebol sul-americano, e nesse tipo de competição, precisando
fazer o resultado, e sem usar as laterais, o meio se congestiona, e se complica,
como foi visto...

O time criou, lutou, fez o que pode, e a experiência e sorte fizeram a diferença
também. Não critico o treinador. A única observação que faço, é para o relacionamento
pessoal dele no que toca a dois bons jogadores do time: Jadílson e Leandro
Domingues.

O que realmente está acontecendo? Alguém se arrisca a explicar, ou especular,
já que os fatos não são públicos? Jadílson não jogou por estar machucado,
ou há algo mais? E Leandro Domingues, por que com tanta produção no futebol,
não vem tendo chances, ao passo que Marcinho tem todas as possíveis e impossíveis?
Com certeza há resposta, já que não vivemos o dia-a-dia do clube, mas gostaria
que elas fossem públicas para que não ficássemos especulando sobre justiça
ou injustiça sobre as ações dos atletas e também a do treinador.

Os dois fizeram falta no jogo de ontem, e poderiam ter feito a diferença.
O lateral Apodi é muito veloz, entrou bem no jogo, e ratifico o pensamento
do treinador de colocá-lo somente no segundo tempo. Seria muito temerário
começar com ele no início do jogo, com todo o espaço que poderia ser criado...
tá certo que o resultado foi o mesmo com o Jonathan, e agravado sem a criação,
mas só descobrimos isso depois do acontecido...

Concluindo: o Cruzeiro jogou bem, tinha mais futebol, mas ficou de fora.
Que a comissão técnica faça a meaculpa e reflita sobre o que possa ser aprendido
com a eliminação.

Como torcedor, a meu ver, de tudo tiro o crescimento do Wagner na temporada,
não só no futebol mas na personalidade de encarar o jogo com seriedade e
dedicação. Ele está ganhando maturidade, e seu futebol crescendo junto. O
outro é o espírito que Marcelo Moreno dá ao time. É a cara do treinador,
sério, aguerrido, dedicado, e lutador por todo o tempo.

Que o Cruzeiro siga seu caminho no Brasileiro, com o objetivo de conquista
ou pelo menos de acesso à Libertadores do ano que vem, para que possamos
?cobrar? da diretoria melhores investimentos, já que com o elenco preparado
para essa temporada, seria factível e não surpreendente uma eliminação, já
que os investimentos técnicos foram limitados, e apostávamos na tradição,
camisa, e em expectativas de surgimento de craques em nomes desconhecidos
para a conquista do título.

Vamos, com fé, China Azul, agora o foco é o Brasileirão! Parabéns a todos
que se esforçaram para apoiar o time no jogo de ontem, e também ao Cruzeiro
que não se entregou até o último minuto. Isso também, é reflexo do espírito
do treinador, personalizado no Moreno em campo. Vamos agora lutar pra ganhar
o Brasileirão!!! Ficou o gostinho de querer mais, mas ainda assim, valeu,
Zêro!









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