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24 02 08
Resenha do Mixa - CruzeiroxVilla Nova
CONFUSÃO E EMOÇÃO

Meus prezados amigos cruzeirenses, muito bom dia!

É com muito prazer que passo à partir dessa semana, a trazer à publicidade a Resenha do Mixa, que na verdade é uma resenha já existente, outrora fechada a alguns dos integrantes TFC por via eletrônica, e encabeçada pelo grande amigo Ricardo Banana que dava o ponta pé inicial do Paraná dos debates sobre os jogos do Cruzeiro, toda segunda-feira pela manhã.

Agora estamos aqui nesse espaço criado pelo amigo Bruno, para dividir com vocês os comentários sobre os jogos, sendo eu, Mixa (de Mixirica) o iniciante dos debates.

O jogo de domingo foi um jogo confuso sobrando enganos e emoções por toda
a partida...

Nosso time entrou meio desligado, e o Villa mordendo em cima. Mostramos hoje
parte do tamanho da falta que o xará Fabrício pode e certamente fará ao time titular no período de sua ausência.

Não tínhamos o combate do meio-de-campo e a cobertura da zaga que o xará
fazia com maestria nesse início de temporada. O Villa, se aproveitando desse hiato, e do desentendimento de nossa zaga, aproveitou e foi logo abrindo o placar em jogada rápida na nossa área, e toque na saída do Fábio, que já havia se machucad  momentos antes do lance do gol. Sem culpa o Fábio no lance, saiu certo, como sempre sai do gol, mas não teve sorte.

Arrancamos o empate a duras penas com o time ainda confuso e afoito, tanto atrás como na frente, para depois tomar o 1x2 basicamente com os mesmos erros de cobertura à zaga do primeiro combate, e novo desentendimento na zaga para nova jogada de velocidade e toque na saída do Fábio, que mais uma vez, fez tudo certo e não foi feliz na conclusão da defesa.

Continuamos com problemas. A lateral esquerda estava mal no apoio, e mal na cobertura. Marquinhos Paraná e Apodi não cobriam nem apoiavam tornando a lateral direita menos ou tão ineficiente que a esquerda.

A torcida, embalada pelo "dá-lhe ô" entoada pela TFC, fazia a sua parte e aos trancos e barrancos chegávamos ao gol adversário com algumas boas jogadas de Leandro Domingues e o meia Wágner.

O segundo tempo fez com que o Adílson tivesse que fazer mudanças, mandando
o goleiro Andrey a campo, que jogou com segurança e não comprometeu. Na base da voluntariedade, da raça, e da empolgação da Máfia Azul e do restante da torcida, conseguimos a virada com muita aplicação do sempre lutador Marcelo Moreno, e depois do atacante Marcel de penalti.

Vendo o jogo do estádio, reputei o lance da penalidade como inexistente. Na tv, me pareceu ainda forçação de barra de nosso atacante, mas deu pra notar que a zaga do Villa bobeou, e o zagueiro, de fato, tocou nele. Sem problemas, porque mais tarde teria, nova penalidade sofrida pelo Wágner, erroneamente não assinalada pelo árbitro.

Senti que a arbitragem estava muito insegura, e além de permitir o  anti-jogo da equipe do Villa, que não precisa disso pra ganhar dos outros (ou será que precisa?), se equivocou em várias passagens do jogo, invertendo faltas, deixando os jogadores nervosos (o que levou até ao desequilíbrio para subsequente do guerreiro Ramirez) além de não assinalar penais como esse do Wágner, e outro em Ramirez.

Ramirez esse que mais uma vez, a meu ver, foi um leão em campo, e na hora que o bicho pega, não se entrega. Foi dele a jogada do primeiro gol, colocando o atacante Marcel de frente para o goleiro para que chutasse em cima do goleiro, e marcássemos no rebote o gol.

O jogo, apesar das confusões de arbitragem, expulsão do Ramirez, que eu não
tenho como opinar, porque foi interpretação do árbitro, e anti-jogo e "chora-na-cama-que-é-lugar-quente" do Villa, foi muito emocionante, com muitas mexidas no placar, decorrente de um jogo muito aberto, proporcionada pela postura de marcações ineficientes das duas equipes.

Não dá pra criticar nada. O Adílson está fazendo certinho, e agora é mesmo a hora de tentar e testar todas as opções que temos, porque agora é a hora que "se pode perder". Não vamos fazer como o rival que critica o treinador até quando ele erra acertando, quando testava opções diferentes de seu time, sem o velho e experiente atacante Marques.

Adílson, com toda certeza, com essa seriedade e profissionalismo, está semeando uma cara de time hiper competitivo, receita essencial para conquista maior do ano que seria e será a taça Libertadores da América.

Vamos com fé. Abraço a todos, e parabéns ao Cruzeiro pela luta e entrega que não faltou hora nenhuma do jogo de hoje.

Fabrício Augusto Reis - Mixa
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